Impressões de quem conhece a mídia por dentro
Sou jornalista desde 1973, quando comecei aos 21 anos. Trabalhei em todas as mídias, com exceção do rádio, Em todos os postos possíveis na profissão nas maiores empresas de mídia do Brasil, até que, em 1992, decidi tornar-me independente, abrindo uma pequena empresa de “informação e jornalismo”, a Trato de Fato, que hoje é a DeFato Textos & Imagens.
Como jornalista independente e pequeno empresário do setor, desde então a empresa atende todos os tipos de empresas, em missões permanentes ou esporádicas de acompanhamento especializado de informações jornalísticas.
Como profissional contratado, trabalhei nas seguintes funções:
* Repórter - Guia 4 Rodas
* Enviado Especial (Roma) - O Estado de S.Paulo
* Redator - Jornal da Tarde
* Repórter - O Estado de S.Paulo (sucursal ABC)
* Repórter, editor assistente, correspondente (Buenos Aires, para o Cône Sul) - Veja
* Editor, chefe de reportagem - Rede Globo (São Paulo)
* Chefe de Redação - Rede Globo Oeste Paulista (Bauru)
* Professor de Jornalismo Comparado - Unesp (Universidade Paulista) - Campus Bauru
* Consultor - IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas)
* Secretário de Redação - Jornal da Tarde
* Diretor de Telejornalismo - TV Cultura (São Paulo)
* Repórter, redator e editor - Globo Ciência (Galileu)
* Editor, colunista, diretor - Gazeta Mercantil Informações Eletrônicas
* Sócio-diretor e editor-chefe - DeFato Informação & Jornalismo
* Editor de Web - Observatório da Imprensa
* Integrante do Comitê Gestor da Internet - área de imprensa
* Professor-substituto de Jornalismo
* Eletrônico - ECA (Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo)
* Editor - Café com Notícia
23 de Outubro de 2006 @ 17:32
[…] Acrescentei na nossa lista de links “Jornalistas BR” (ali na barra lateral) o blog Contrapauta - Monitoramento Crítico de Mídia, editado por Alceu Nader. O blog se propõe a trazer “Impressões de quem conhece a mídia por dentro”. […]
7 de Março de 2007 @ 12:35
LINHA VERDE EM BH/MG
DENÚNCIA
>>>> Erros no projeto, pressa na construção e material inadequado
>>>> comprometem a segurança dos viadutos da Linha Verde Divulgação
>>>>
>>>> Parte da estrutura cedeu O governo de Minas determinou “silêncio
>>>> absoluto” sobre os erros praticados no projeto, na execução e na
>>>> utilização errada de materiais nas obras da Linha Verde. O viaduto
>>>> sobre a rua Jacuí, em término de construção, e parte da obra viária
>>>> correm o risco de não serem aberto ao tráfego de veículos porque parte
>>>> de suas estruturas cedeu. Alguns técnicos aconselham que estas partes
>>>> com defeito sejam demolidas, assim como ocorreu há alguns meses na obra
>>>> em Vespasiano, na MG-010, no bairro Jardim da Glória; fato omitido da
>>>> opinião pública.
>>>>
>>>> A fundamentação dos que defendem a demolição prende-se à reprovação da
>>>> obra no “teste de carga”. A defesa da possível demolição do viaduto na
>>>> rua Jacuí só agora é trazida a público pois os técnicos têm medo do
>>>> viaduto não suportar o tráfego. Um dos pilares chegou a ceder quatro
>>>> centímetros, colocando em risco toda a estrutura. Estes mesmos que
>>>> defendem a demolição acusam a empreiteira Camargo Corrêa, responsável
>>>> por este trecho da obra, e que também participa em São Paulo do
>>>> consórcio de construção do metrô, de ter determinado o uso de “micro
>>>> estacas” para tentar reforçar a estrutura.
>>>>
>>>> A versão repassada pela empreiteira repete o ocorrido na obra do metrô
>>>> em São Paulo: “o ocorrido é normal”. Porém, diversos engenheiros e
>>>> técnicos em estruturas consultados pelo Novo Jornal foram enfáticos em
>>>> afirmar que a utilização de “micro estacas” é um procedimento pouco
>>>> recomendado e arriscado quando utilizado em caráter definitivo, como é
>>>> o caso. Ou seja, o viaduto sempre necessitará de novas intervenções.
>>>>
>>>> Na verdade, o que ocorreu com a obra do viaduto da rua Jacuí foi a
>>>> construção de um dos pilares em cima de uma pedra que não estava
>>>> estável. Assim, as “micro estacas”
>>>> estão sendo utilizadas para tentar estabilizar a pedra e não o pilar.
>>>> Desta forma, certamente a pedra continuará a ceder, pois o “defeito”
>>>> está no piso abaixo da pedra.
>>>>
>>>> No caso do viaduto demolido em Vespasiano tratava-se de obra do
>>>> consórcio Cowam-Barbosa Mello. Depois da demolição do viaduto condenado
>>>> está sendo construído um novo, desta vez de estrutura metálica e não de
>>>> concreto armado, contrariando as especificações do edital.
>>>>
>>>> Alegam a favor da obra o fato de que o novo viaduto estaria sendo
>>>> construído sem qualquer ônus para o Estado, o que ainda não foi
>>>> comprovado. Sendo verdade, não significa qualquer prejuízo para o
>>>> consórcio também, pois toda obra tem seu seguro que é pago na planilha.
>>>>
>>>> Os riscos pela abertura do tráfego, depois do relatório condenando a
>>>> estrutura, serão do dono da obra, no caso o governo do Estado, afirmou
>>>> um dos engenheiros responsáveis.
>>>> Porém, conforme apurado pelo Novo Jornal, a questão não é tão simples
>>>> assim, pois o Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia
>>>> do Estado de Minas Gerais (Crea-MG) já tomou conhecimento do fato e
>>>> promete analisá-la com mais cuidado.
>>>>
>>>> Como dito anteriormente, ninguém quer comentar a possível demolição do
>>>> viaduto da rua Jacuí. Parece que apenas na Assembléia Legislativa
>>>> mineira deputados pretendem pedir explicações ao governo.
>>>>
>>>>
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