A notícia órfã (e mutilada, inconsistente, leviana, e, por que não dizer?, preguiçosa)
Recebi por e-mail o texto com ink que vai logo abaixo. Veio do meu ex-colega da Rede Globo Noroeste Paulista, Luiz Carlos Azenha, patrono do Sivuca, um dos excelentes repórteres com quem tive a oportunidade de trabalhar. Ele me manda um texto de outro colega, com quem não tive a sorte de trabalhar: Luís Nassif. É demolidor. Pior, deixa transparecer que se trata de movimento consciente para consumação de uma burrice solidamente embasada.
Nassif desanca, elegantemente, a defesa do diretor da Central Globo de Jornalismo da cobertura da tragédia do Airbus da TAM em Congonhas. Ele lustra a lupa sobre a gestão do jornalismo em gestão na emissora - aquele que opina sobre o que não sabe o quê está falando.
Vale a pena ler a tese do “teste de hipóteses” que norteou o tropeço monumental da cobertura da tragédia do Airbus em Congonhas.